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Graduação

(Photo: Flickr, Novartis AG)

Com o Programa Ciência sem Fronteiras poderá cursar até um ano acadêmico dentro da nossa Universidade, beneficiando de uma bolsa de estudo da Capes. De acordo com as áreas prioritárias identificadas pelo programa, as Faculdades envolvidadas são as seguintes: Arquitetura, Engenharia Civil e Industrial, Engenharia da Informação, Informática e Estatística, Farmácia e Medicina, Medicina e Odontologia, Medicina e Psicologia, Ciências Ambientais, Físicas e Naturais.

Como se candidatar?

Infelizmente, a Capes não abriu a chamada Itália (graduação sanduíche) para o próximo ano acadêmico (2016-2017). Porém, convidamos todos os interessados no programa a monitorar o site oficial do CSF e da Sapienza. Eventuais atualizações serão publicadas por aqui, além da página fã no facebook.

De qualquer forma, se estiverem interessados em estudar na Sapienza lembrem-se que é preciso conhecer o italiano ou o inglês (caso quiserem se inscrever num curso ministrado em inglês). Confiram as informações sobre nossa organização acadêmica:

Como aprender italiano?

Para poder estudar na Sapienza Universidade de Roma, o estudante brasileiro do programa CSF deverá ter um conhecimento da língua italiana ao nível B1-B2 do Quadro Europeu Comum de Referência (QCER - nível básico elementar). Os candidatos que obtiveram pelo menos o nível B1 na prova de nivelamento da língua, feita em parceira com o Instituto Italiano de Cultura de São Paulo e do Rio de Janeiro, ao chegar a Roma, deverão seguir uma preparação adicional  por meio de um curso intensivo de italiano (1 mês) pago pela CAPES . Cursos estensivos no primeiro e no segundo semestre serão disponibilizados pela Sapienza.

Organização didática

A graduação na Itália é composta por dois níveis: Laurea Triennale e Laurea Magistrale, por um total de 5 anos. A primeira dura três anos e fornce ao estudante uma preparação de base sobre a área de estudo escolhida; a segunda, pelo contrário, de dois anos de duração, pretende aprofundar os assuntos da 'triennale' e começar a prepar o aluno ao mundo do trabalho. Ao acabar cada curso de graduação, o estudante terá que discutir uma dissertação final sobre um assunto específico concordado com o professor.

O ano acadêmico, que vai de outubro a setembro, está dividido em dois semestres:o primeiro de outubro a fevereiro, o segundo de março a setembro.

Ao longo do ano acadêmico, os alunos CSF poderão fazer as provas em dois sessões: em janeiro-fevereiro e em junho-julho. Por cada disciplina são previstas três chamadas dentro da mesma sessão.  O sistema de avaliação italiano baseia-se nas votações numéricas que vão de 1 até 30, onde 18 é a suficiência e 30 cum laude o máximo. As provas podem ser escritas, orais ou ambas. A modalidade é à discreção do professor.

A participação nas aulas acadêmicas não precisa de matricula. Será suficiente só ir e cursar. Embora nem sempre seja obrigatória, aconselhamos vivamente à participação das aulas para aprender melhor a matéria, bem como ter mais facilidade em fazer as provas. Se não conseguir cursar, poderá fazer a prova igualmente como ‘não-frequentante’, mas com uma biblíografia diferente. Indicações sobre isso, serão dadas pelo professor.. 

Para poder se candidatar a uma oferta de Laurea Magistrale (MSc) é preciso ter concluído o sexto semestre dentro do percurso acâdemico de origem.  A seleção dos candidatos será feita de acordo com o ano de curso no Brasil e a preparação curricular. A avaliação dos perfis é feita pelos professores de Sapienza Universidade de Roma, referentes do programa CSF. 

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